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Atualizado em 13/05/2021
Educação
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O projeto de lei que torna a educação uma atividade essencial em Maringá chegou ao plenário do Legislativo nesta terça, 11, e foi aprovado em primeira discussão, com 12 votos. Mas, caso seja aprovado, o prefeito precisa publicar um decreto regulamentando o retorno das aulas presenciais, explicando quando e de que forma será o retorno.A torcida de pais pelo retorno é grande. Existe um movimento em favor das aulas presenciais que alega os prejuízos cognitivos e emocionais para as crianças e adolescentes longe da sala de aula.

A dentista Kazuza Bueno não tem filhos na rede municipal de ensino, mas luta para o retorno em todas as escolas. “Somos a favor da educação como atividade essencial, a gente já vem em uma luta há muito tempo aqui no município de Maringá que o nosso desejo é que as escolas sejam abertas porque as crianças estão sofrendo muito mesmo sendo mantidas no ensino remoto”, explica Kazuza.

Do outro lado está o sindicato que representa os servidores municipais. A presidente do Sismmar, Priscila Guedes, diz que educação é fundamental, mas não essencial e os professores só voltam para a sala de aula com vacina e equipamentos de biossegurança.

“Totalmente contra porque esse projeto de lei ele é uma grande contradição, por que qual é a nossa discussão? A educação ela não é essencial, ela é fundamental, que há muita diferença. Nesse sentido o que que é um trabalho essencial? É um serviço que aconteceu uma catátrofe, aconteceu a pandemia, ele não pode parar. Então, a educação, diferente de vários outros trabalhos, ela há necessidade de occorer de uma forma diferente, o que está acontecendo hoje. E também concordo, é ideal? Não é ideal, só que nós estamos em um contexto em que nós temos que defenter o direito a vida”, torcida de pais pelo retorno é grande. Existe um movimento em favor das aulas presenciais que alega os prejuízos cognitivos e emocionais para as crianças e adolescentes longe da sala de aula.

A dentista Kazuza Bueno não tem filhos na rede municipal de ensino, mas luta para o retorno em todas as escolas. “Somos a favor da educação como atividade essencial, a gente já vem em uma luta há muito tempo aqui no município de Maringá que o nosso desejo é que as escolas sejam abertas porque as crianças estão sofrendo muito mesmo sendo mantidas no ensino remoto”, explica Kazuza.

Do outro lado está o sindicato que representa os servidores municipais. A presidente do Sismmar, Priscila Guedes, diz que educação é fundamental, mas não essencial e os professores só voltam para a sala de aula com vacina e equipamentos de biossegurança.

“Totalmente contra porque esse projeto de lei ele é uma grande contradição, por que qual é a nossa discussão? A educação ela não é essencial, ela é fundamental, que há muita diferença. Nesse sentido o que que é um trabalho essencial? É um serviço que aconteceu uma catátrofe, aconteceu a pandemia, ele não pode parar. Então, a educação, diferente de vários outros trabalhos, ela há necessidade de occorer de uma forma diferente, o que está acontecendo hoje. E também concordo, é ideal? Não é ideal, só que nós estamos em um contexto em que nós temos que defenter o direito a vida”.
O autor do projeto, vereador Sidnei Telles, diz que neste momento da pandemia, a ciência já tem informações de que o retorno é seguro.
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